sábado, 20 de agosto de 2011

Aos meus amigos: muito obrigada!


É engraçado como qualquer coisa pode ter um significado. Uma árvore pode ser apenas uma árvore para qualquer um, mas pode se tornar especial para alguém se o seu primeiro beijo for roubado em sua sombra. Uma praia  qualquer pode ser onde alguém passou a infância e guardou tantas memórias especiais. Uma caixa de escova de dentes pode ser especial para um casal que compra suas primeiras escovas juntas.

Nossas memórias imprimem valores em coisas que poderiam ser tão simples, mas que possuem muito mais significado após determinado acontecimento.

Uma casa é sempre uma casa, mas pode ser um lar. Uma casa é um teto, um lugar para dormir e relaxar. O lar vem somado de pequenos e grandes acontecimentos, memórias, pedacinhos de uma história construída e imprimida em cada parede.

Não é muito difícil ter um lar, basta um pouco de amor e amigos que com o tempo cada buraquinho na parede ou marca de mão será uma história a ser contada, até que as paredes novamente se encontrem com as tintas brancas, apagando as marcas e a história de quem viveu ali. Preparando-se para novamente se tornar casa, e posteriormente um lar para um novo morador.

As paredes coloridas, os amigos que apareciam só para tirar uma soneca no sofá laranja encardido e sem pé no canto da sala e sumiam cedo pra trabalhar, a planta que só bebia cerveja  e nunca morreu, o porquinho vermelho, a preguiça de domingo de arrumar a bagunça dos finais de semana, os edredons e colchões espalhados por toda a sala, a menor mesa para almoçar do mundo, os porteiros reclamões, o porteiro gente boa, o banheiro com goteira, os maravilhosos carnavais e seus constantes caos domiciliares, os pregames, os amigos, os amigos dos amigos, eternas cervejas de garrafa, vodkas, cachaças, comida do Pavão Azul, Real Chopp, Posto 3, a chave embaixo do tapete para os amigos que apareciam de surpresa que evoluiu para uma porta que permaneceu 6 meses sem ser trancada, sempre aberta a quem quisesse ou precisasse ser acolhido ou fazer uma surpresa.

Vou morrer de saudade do meu lar em Copacabana, e fico muito feliz e agradecida de tê-lo podido compartilhar com tantos amigos. Na verdade, agradeço muito àqueles que com a presença ajudaram a criar tanta história no lugar em que passei os melhores anos da minha vida. Coabitantes, família, amigos, amigos dos amigos, amigos dos irmãos, primos, cães, gringos, amigos dos gringos e todos aqueles que ajudaram a criar tanta história. Muito obrigada mesmo!

Aos meus amigos: muito obrigada!

É engraçado como qualquer coisa pode ter um significado. Uma árvore pode ser apenas uma árvore para qualquer um, mas pode se tornar especial para alguém se o seu primeiro beijo for roubado em sua sombra. Uma praia  qualquer pode ser onde alguém passou a infância e guardou tantas memórias especiais. Uma caixa de escova de dentes pode ser especial para um casal que compra as primeiras escovas juntas.

Nossas memórias imprimem valores em coisas que podem ser tão simples, mas que possuem muito mais significado após determinado acontecimento.

Uma casa é sempre uma casa, mas pode ser um lar. Uma casa é um teto, um lugar para dormir e relaxar. O lar vem somado de pequenos e grandes acontecimentos, memórias, pedacinhos de uma história construída e imprimida em cada parede.

Não é muito difícil ter um lar, basta um pouco de amor e amigos que com o tempo cada buraquinho na parede ou marca de mão será uma história a ser contada, até que as paredes novamente se encontrem com as tintas brancas, apagando as marcas e a história de quem viveu ali. Preparando-se para ser casa, e posteriormente um lar para um novo morador.

As paredes coloridas, os amigos que apareciam só para tirar uma soneca no sofá laranja encardido e sem pé no canto da sala e sumiam cedo pra trabalhar, a planta que só bebia cerveja  e nunca morreu, o porquinho vermelho, a preguiça de domingo de arrumar a bagunça dos finais de semana, os edredons e colchões espalhados por toda a sala, a menor mesa para almoçar do mundo, as constantes visitas dos amigos, a internet "emprestada" da rede da Mi e debora, o vizinho vascaíno que gritava em jogos de reprise no meio da noite, os vizinhos calorosos que gritavam juntos na janela por qualquer motivo, ainda que fosse uma sentença considerada justa em rede nacional no meio da noite, ou o último capítulo da novela das nove, os porteiros reclamões, o porteiro gente boa, o banheiro com goteira, os maravilhosos carnavais e seus constantes caos domiciliares, os pregames, os amigos, os amigos dos amigos, eternas cervejas de garrafa, vodkas, cachaças, comida do Pavão Azul, Real Chopp, Posto 3, a chave embaixo do tapete para os amigos que apareciam de surpresa que evoluiu para uma porta que permaneceu 6 meses sem ser trancada, sempre aberta a quem quisesse ou precisasse ser acolhido ou fazer uma surpresa. Lembranças que vou guardar pra sempre no coração.

Vou morrer de saudade do meu lar em Copacabana, e fico muito feliz e agradecida de tê-lo podido compartilhar com tantos amigos. Na verdade, agradeço muito àqueles que com a presença ajudaram a criar tanta história no lugar em que passei os melhores anos da minha vida. Coabitantes, família, amigos, amigos dos amigos, amigos dos irmãos, primos, cães, gringos, amigos dos gringos e todos aqueles que ajudaram a criar tanta história. Que bom saber que vocês participaram tanto comigo e escolheram o meu lar para tantas maravilhosas memórias! Muito obrigada mesmo!